
LILÁSES
Enquanto meu rosto era neve
Eu acalmava o teu verão
E nas minhas mãos suaves
Eu retia o teu suor injusto
O passar do tempo
Que fatalidade!
Deteve consigo egocentricamente
Todos aqueles momentos
Sinto amargura no peito
Pela falta daquele amor que fomos nós
E a dor do que somos agora
Massacrados pela dureza da vida
Peças pra zombaria do tempo
Coisa que não deu certo
Em mim já não florescem mais aqueles lilases.
Nosalai RJ
3 comentários:
Adorei esse poema. muito lindo embora pesado. xx
Precioso verso y preciosas estas lilas.
besitos desde Barcelona.
Quando leio teus poemas, sinto uma tristeza doce e leve. Muito lindo Amiga!
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